• 15set

    Na mitologia grega, os centauros eram a personificação das forças naturais desenfreadas, da devassidão e embriaguez. Continue lendo

  • 15ago

    Divindades dos bosques e regiões agrestes, estas criaturas cujos corpos eram parte humana e parte bode foram citadas na mitologia grega como sátiros, e como faunos entre os romanos.
    Com uma longa cauda e o pênis em permanente ereção, perseguiam as ninfas movidos por desejo sexual insaciável.
    Personificações da vitalidade animal, os sátiros se distinguiam pela impulsividade, a luxúria e o amor à dança e ao vinho. Tais características determinaram a denominação científica de satiríase para a compulsão sexual masculina.
    Foram imortalizados como participantes dos cortejos de Dionísio, nos quais dançavam, tocavam flautas e se entregavam à perseguição das ninfas.
    Nos festivais atenienses dedicados ao mesmo Dionísio, três tragédias eram seguidas de uma peça dita “satírica”, em que os integrantes do coro se disfarçavam de sátiros.

  • 15ago

    Dotada de poderes tão extraordinários que, mesmo morta, podia transformar em pedra quem olhasse para sua cabeça. Continue lendo

  • 19jun

    Personificação do  espírito artístico, o mito de Dédalo ilustra a trajetória libertária da arte. Seu filho  Ícaro, símbolo do descomedimento, paga com a vida a realização do sonho de voar.
    Segundo a mitologia grega, em seus primeiros anos a vida do arquiteto Dédalo foi um ato de descobrimento dos materiais, formas, volume e do próprio espaço.
    Sentindo-se superado em talento pelo sobrinho e aprendiz Talo, matou-o e fugiu. Em Creta, na corte do rei Minos, uniu-se à escrava Naucrates e com ela teve um filho, Ícaro.
    Minos lhe  encomendou a criação do labirinto de Cnossos, que deveria conter a fúria do Minotauro.
    Mais tarde, o arquiteto e seu filho são lançados no labirinto. Dédalo, no entanto, com seu engenho inigualável, constrói para si e para o filho dois pares de asas de penas, ligadas com cera, para fugirem.
    Recomenda ao menino que não voe muito perto do Sol nem do mar. Mas Ícaro, deslumbrado com a beleza do firmamento, sobe demasiado e o sol derrete a cera de suas asas, precipitando-o nas águas do mar Egeu. A ilha para onde o seu corpo foi levado pelas ondas ganhou depois o nome de Icária.

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  • 15jun

    Fenix

    Mito de origem egípcia, mas venerado também pelos gregos, essa ave fabulosa vivia vários séculos.

    Como não tinha fêmea, o modo de perpetuar a espécie era queimar-se em um pote de ervas mágicas, e de suas cinzas renascia uma outra fênix.

    Símbolo da imortalidade da alma, e também do ano que renasce terminado o seu ciclo.

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