• 19ago

    É preciso coragem para crescer e tornar-se o que você realmente é.

    Edward Estlin Cummings

    Para ser justo ao menos uma vez na vida: minha avó Irahy e meu avô Adalberto foram as melhores pessoas que conheci. Tratavam todo mundo com igualdade, respeito e educação, e sempre falavam a verdade. Os mendigos iam lá na casa deles para pedir comida e eram convidados a entrar. Continue lendo

  • 15ago

    factivel-poesia-armando-gomez-ha-uma-criança

    A esta hora, exatamente, há uma criança na rua.
    É dever do homem proteger o que cresce,
    Cuidar para que não tenha uma infância dispersa pelas ruas,
    Evitar que naufrague seu coração de barco,
    Sua enorme vontade de pão e chocolate,
    Caminhar por seus países de bandidos e tesouros
    Pondo-lhe a esperança no lugar da fome.

    De outro modo é inútil ensaiar na terra a alegria e o canto,
    De outro modo é absurdo porque de nada vale se há uma criança na rua.
    Importam duas maneiras de conceber o mundo:
    Uma, ser alguém como as outras pessoas ou
    Arrancar cegamente dos demais a bolsa.
    E a outra, um destino de salvar-se com todos,
    Comprometer a vida até o último náufrago.

    Como se pode dormir de noite se há uma criança na rua?
    Exatamente agora, se chove nas cidades,
    Se desce o nevoeiro gelado no ar
    E o vento não é nenhuma canção nas janelas,
    Não deve andar o mundo com o amor descalço
    Levando um diário como uma asa na mão.

    Trepando nos trens, provocando-nos o riso,
    Golpeando-nos como um anjo de asa cansada,
    Não deve andar a vida, recém nascida, já lutando,
    A meninice arriscada a um pequeno ganho,
    Porque então as mãos são dois fardos inúteis
    E o coração, apenas uma má palavra.

    Eles esqueceram que há uma criança na rua,
    Que há milhões de crianças que vivem na rua
    E uma multidão de crianças que cresce nas ruas.
    A esta hora, exatamente, há uma criança crescendo.

    Eu a vejo apertando seu coração pequeno,
    Ohando para todos com seus olhos de fantasia,
    Percorrem e olham para o homem rico,
    Um relâmpago forte cruza seu olhar,
    Porque ninguém protege essa vida que cresce

    E o amor se perdeu como uma criança na rua.

  • 15ago

    Divindades dos bosques e regiões agrestes, estas criaturas cujos corpos eram parte humana e parte bode foram citadas na mitologia grega como sátiros, e como faunos entre os romanos.
    Com uma longa cauda e o pênis em permanente ereção, perseguiam as ninfas movidos por desejo sexual insaciável.
    Personificações da vitalidade animal, os sátiros se distinguiam pela impulsividade, a luxúria e o amor à dança e ao vinho. Tais características determinaram a denominação científica de satiríase para a compulsão sexual masculina.
    Foram imortalizados como participantes dos cortejos de Dionísio, nos quais dançavam, tocavam flautas e se entregavam à perseguição das ninfas.
    Nos festivais atenienses dedicados ao mesmo Dionísio, três tragédias eram seguidas de uma peça dita “satírica”, em que os integrantes do coro se disfarçavam de sátiros.

  • 15ago

    Dotada de poderes tão extraordinários que, mesmo morta, podia transformar em pedra quem olhasse para sua cabeça. Continue lendo

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